Quantas dietas você já fez? E quantas realmente tiveram resultado á longo prazo?
Para o nosso cérebro a palavra “DIETA” sinaliza restrição, escassez, significa que você irá passar por um período de muitas perdas. Além da perda da gordura corporal propriamente dita, seu cérebro entende que dieta é sofrimento, afinal você deixará de comer o que gosta, deixará de ter vida social, terá que comer alimentos que levam a fama de “comida sem gosto”.
Antes de querer excluir um tipo de alimento da sua rotina alimentar, é preciso primeiramente entender o que este alimento significa para sua você, pois se o nível de importância for alto, haverá grandes chances de você fracassar nesta tentativa radical de tentar excluir. Em uma abordagem sistêmica, você precisa descobrir os reais motivos que faz você ter padrões de comportamentos que não estão alinhados ao que você deseja para sua vida e para sua saúde.
Uma abordagem sem dietas consiste em dar permissão para comer o que quiser, mas você deverá aprender a desenvolver um sistema interno baseado no autoconhecimento, e o que você está querendo sentir naquele momento, situações como o velho discurso:
“Amo pão e não consigo ficar sem”
Poderá ser substituída por um questionamento do tipo:
Será mesmo que preciso comer pão todos os dias? Devo amar pão, ou devo amar o meu corpo?
Aprender a fazer estes tipos de questionamentos mais profundos é o que nos leva a melhorar a relação com a comida e nos ensina a sinalizar fome real, saciedade e vícios alimentares.
De maneira neutra e sem sofrimento, é possível identificar por que você come quando não está com fome ou por que você insiste em consumir determinados alimentos em excesso. Nesta abordagem flexiva, você tem liberdade de escolha, e não uma regra do que poderá ou não comer.